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Artigos por admin
Publicação Do Sebrae orienta empresários sobre gestão de pet shops
14/12/11
A publicação, de 52 páginas, que traz informações sobre como administrar bem um Pet Shop ou clínica veterinária com orientação nas questões de administração, finanças, legislação e tributos, entre outras, foi apresentada na abertura da Pet South America, na tarde desta terça-feira, dia 18, em São Paulo. O material foi desenvolvido por consultores do Sebrae-SP em parceria com o Conselho Regional de Medicina Veterinária de SP para capacitação de empresários, alunos e candidatos a empreender neste setor que cresce a cada dia.
A cartilha Comece Certo Pet Shop está sendo distribuída aos visitantes que passarem pelo estande institucional da entidade que será montado na feira Pet South America, onde estão sendo realizadas também palestras sobre empreendedorismo, administração, finanças e marketing, além de atendimento individual para tirar dúvidas dos empresários do ramo sobre gestão de empresas voltadas para o mercado de pets. Além disso, o Sebrae-SP montou um espaço de 108m² na feira que foi dividido em estandes de 9m² para a participação de 12 micro e pequenas empresas do setor, apoiadas pelo Sebrae-SP.A entidade subsidiou 40% do valor total do estande, incluindo o pacote completo com montagem, segurança, limpeza e mobiliários.
Há 12 anos no mercado, a Natural Pet, empresa de cosméticos para cães e gatos, aproveitou a oportunidade de voltar a expor na feira, com a ajuda do Sebrae.” Somos clientes do Sebrae desde a abertura da empresa e esta possibilidade de expor nossos produtos no estande coletivo é muito importante pela facilidade de ter tudo incluso num mesmo pacote, como o espaço, limpeza, segurança e mobiliário, além do subsídio que deixa o valor da participação bem interessante para quem é pequena empresa. Participar de uma feira como esta é uma grande oportunidade para fixar a marca no mercado e ter acesso a novos clientes”, comentou o diretor da empresa Saul Ribeiro Spinetti.
Estreando no mundo dos negócios, Dalton Shikawa que abriu a Pet Games no começo de 2011, já comemora sua primeira participação em feiras no estande coletivo do Sebrae. Para o veterinário que acaba de se tornar empresário, a participação na feira tem objetivos ainda maiores do que apresentar ao mercado os jogos educativos para pets. “Viemos aqui para tentar um contato direto com os lojistas para revender nossos produtos. Para quem é um pequeno fabricante, como nós, fica muito difícil trabalhar com distribuidores, que inviabilizam o preço final do produto”, destacou o empresário.
Para os três dias de feira, o Sebrae-SP preparou um ciclo de palestras sobre empreendedorismo empresarial, gerenciamento de fluxo de caixa, como atrair e manter clientes, entre outros temas de gestão, focados no mercado de Pets. A estudante de Veterinária Fernanda Carvalho, que visitou a feira pela terceira vez, participou da palestra sobre empreendedorismo. “Eu venho sempre para ver as novidades no mercado, fazer contatos, mas desta vez estou em busca também de informações para ajudar a minha sogra a ampliar o negócio. Ela tem uma clínica veterinária e pretendemos transformá-la num hospital veterinário 24h”, comentou.
No Brasil existem mais 100 mil pontos de venda que comercializam algum produto para pets, sendo que 40 mil são Pet Shops. De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais de Estimação (ANFALPET), o faturamento total anual em 2010 atingiu a soma de R$16 bilhões. Os números de faturamento crescem à medida que o brasileiro vem investindo seu tempo e dinheiro no cuidado de animais de estimação. O gasto médio per capta anual com produtos e serviços é de R$ 390,00, entre pet food, produtos farmacêuticos, vacinas, embelezamento e acessórios.
A Pet South America, principal evento direcionado ao mercado pet e veterinário da América Latina,recebe nesta décima edição mais de 200 expositores com novidades e tendências em saúde animal, alimentação, beleza, acessórios e deve receber cerca de 20.000 mil visitantes de vários países. “Além de conferir os lançamentos e tendências da indústria pet e veterinária, a feira é um bom lugar para o empreendedor pesquisar, avaliar e comparar produtos e oportunidades para aumentar a lucratividade do seu negócio”, afirma Bruno Caetano, diretor superintendente do Sebrae-SP.
Marcelle Carvalho
Andreoli MSL Brasil a serviço do Sebrae-SP
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Mercado de peixes ornamentais cresce em São Paulo
29/11/11

O mercado de peixes ornamentais atrai cada vez mais criadores em todo o País. Em São Paulo uma feira especializada chega a vender 800 mil unidades por ano.
A produção, que teve origem na China, a cada dia atrai novos investidores. O piscicultor José Macedo começou a investir nesse mercado e passou a trabalhar junto com o genro. São mais de 100 mil unidades de peixes ornamentais na propriedade de quatro hectares na cidade de Alambari, interior paulista. Um negócio tão lucrativo que a família, que produzia somente carpas, enxergou na espécie kinguio uma forma de aumentar os lucros.
Como em qualquer outra cultura, a dedicação é diária. Os peixes são alimentados duas vezes ao dia e consomem, em média, aproximadamente 500 quilos de ração, com um custo de R$ 2 mil. Além de se preocupar com a alimentação dos peixes, Macedo também utiliza calcário e sal para controlar o nível de acidez da água. O manejo é essencial para garantir a sobrevivência das espécies cultivadas na propriedade. O produtor fez a chamada desova há mais de um mês e o momento agora é de início da safra.
Depois da desova os peixes são trazidos para tanques onde a temperatura é em média 25°C. Eles permanecem nos tanques por um período de até quatro meses e em seguida são remanejados para um processo de adaptação, onde vão viver em aquários.
Os peixes chamam a atenção pela beleza, o desfile de cores é a principal característica dos peixes de água doce. O kinguio telescopio, conhecido popularmente como japonês por conta do formato do olho, tem o preço de mercado em torno de R$ 25.
Em São Paulo, há somente três mercados desse gênero. Em Santo André, na região metropolitana, o mercado se dedica três dias da semana à feira de peixes ornamentais. No ano passado, foram vendidas mais de 800 mil unidades. De acordo com o técnico responsável pelo mercado, Adilson Baldani, o crescimento do setor atualmente é de 35%.
Para o biólogo Robson de Almeida, a paixão por peixes surgiu na infância, assim como a maioria dos piscicultores, e agora o que era apenas hobby já é sua profissão há oito anos. “É um mercado que vem crescendo”, afirma.
O piscicultor Anselmo Placco se junta toda semana aos outros 60 produtores que participam da feira especializada. Segundo ele, o momento do setor é tão bom que, em pouco mais de uma hora, ele vende 50% de todos os peixes que levou para comercializar.
Fonte: Canal Rural
Moda canina atrai público na Fashion Dog, em Florianópolis
11/08/11
A primeira edição da “Fashion Dog Show”, evento de desfile de cães, aconteceu neste sábado, 30, no CentroSul, em Florianópolis, como parte da programação da 24ª Feira da Esperança, uma promoção da Apae de Florianópolis. Participaram 40 animais de diversas raças, o que atraiu a atenção principalmente do público infantil. O mercado de pet shop é um dos que mais cresce na economia brasileira.
Quem passou pelos estandes da feira, também pôde conferir os visuais propostos pelos donos de raças de todos os portes, desde a pintcher Lady Kate, que desfilou com um traje de noiva, até a cadela Floripa, especializada em busca e salvamento e integrante do grupo de resgate do Corpo de Bombeiros Militares de Santa Catarina.
Além do desfile de moda com tendências para a bicharada, o público também assistiu a shows de acrobacias, concentração e agilidade, transformação de visual, tosas ao vivo e um disputado concurso de beleza de cachorros.
A produção de moda deste setor não para de inovar e há grifes especializadas que apostam nas mesmas tendências que estampam capas de revistas e as vitrines das lojas mais luxuosas, cobiçadas por humanos.
De acordo com Léo Costa, 31, da pet shop São Bernardo, uma das empresas organizadoras do desfile, conta que alguns destes animais recebem carinho e presentes de alto valor. “Muitas famílias adotam o cachorro como filho e consomem muito para presentear seus bichos, o que faz este ser um dos segmentos que mais cresce no país”, afirma.
Além de cores, modelagem e acabamentos de alto padrão, a tecnologia não é deixada de lado. Os looks são elaborados com materiais antialérgicos e antitranspirantes. Casacos em tricô, coleiras diferenciadas e acessórios, que poderiam completar o figurino dos humanos mais antenados, também se destacam nas pet coleções.
Fonte: www.ndonline.com.br
O maior evento Norte Nordeste do mercado pet e veterinário
09/08/11
O Natal Pet Show 2011, visa reunir num só lugar o mercado pet e veterinário do Norte e Nordeste.
Vão estar presentes os principais fabricantes de ração, produtos, acessórios, equipamentos e serviços desses mercados criando uma excelente oportunidade de negócios.
Seminários, cursos e congressos veterinários, workshop na área de beleza e estética animal, demonstração de agility, cães adestrados, desfiles e concursos de beleza e moda animal, vão fazer parte de uma vasta programação.
Fonte: www.natalpetshow.com.br
Conheça os novos produtos de beleza para cães e gatos
08/08/11

Assim como os nossos cabelos e pele merecem cuidados e mimos, a pelagem e higiene dos pets também.
Pensando nisso, muitas marcas do mercado animal lançaram produtos essenciais para manterem a aparência dos mascotes impecáveis.
Entre cauterização e perfumes importados, com inspiração em grandes marcas como Dolce Gabana e Carolina Herrera, as prateleiras dos pet shops vão ficando lotadas de opções e a penteadeira do bichinho cada vez mais cheia.
Quem gosta dessas novidades são eles, que deixam a cabeleira mais bela e o sentimento de vaidade mais aguçado.
A aceitação destes produtos é tão grande – entre os donos e animais- que a empresa Pet Society irá realizar uma feira de estética animal, entre os dias sete e nove de agosto em Florianópolis, capital de Santa Catarina, que trará novidades deste mercado e, principalmente, aulas de beleza.
Além deste evento, que marca a importância dos cuidados com os animais, houve, em março, outro evento, mas na cidade de São Paulo, que enalteceu os produtos de beleza e higiene voltada para o animal – o Pet Show.
Confira alguns produtos de beleza canina aqui: http://www.catalogopet.com.br/index.php/sessao/interna/Caes/1/33
Fonte: PORTAL R7
Dog walker’ ganha entre R$ 1 mil e R$ 3 mil, Mercado tem espaço para mais profissionais
12/04/11
Apesar de ainda não ser regulamentada pelo Ministério do Trabalho, passear com cachorros é uma profissão cada vez mais em alta na capital. O fenômeno pode ser observado em bairros como Higienópolis, Perdizes e Jardins. Há 10 anos, surgia a primeira empresa especializada. Hoje, são mais de 10. Além disso, metade dos pet shops já oferecem o serviço. Hoje, há paulistanos que chegam a gastar R$ 700 por mês. “O mercado cresceu muito nos últimos anos”, afirma Paulo Carreiro, dono da Dog Walker, empresa pioneira na área. “Comecei com apenas duas pessoas e hoje tenho 15 funcionários.” Para quem gosta de animais, a profissão é atraente. Os salários variam entre R$ 1 mil e R$ 3 mil, dependendo das horas trabalhadas.
Segundo o dono da Dog Walker, fazendo quatro passeios por dia, entre segunda e sexta, o profissional ganha R$ 2 mil. Apesar de estar atraindo profissionais de outras áreas, o trabalho não é tão fácil quanto parece.
“Não é uma tarefa para qualquer um. Tem que ter postura, saber um pouco de adestramento, lidar com o comportamento dos cães e com situações de agressividade”, afirma Renata Caetano, dona da Dog Town, uma creche de cães. que também oferece passeios.
De acordo com Renata, apesar da expansão do mercado, ainda faltam profissionais qualificados. “Muitos donos ainda encontram dificuldade para achar passeadores confiáveis”.
Foi justamente pensando na profissionalização que a Dog Walker abriu, há quatro anos, um curso específico para quem quer trabalhar na área. O curso, que dura dois dias, custa R$ 450. Em quatro anos, mais 300 “passeadores profissionais” já foram formados.
Fonte: Jornal METRO
“Boneca inflável” para cachorros
11/03/11
Balada para cães faz sucesso em Nova York
06/02/11
Verão, sábado à noite, balada com os amigos e muita diversão. Parece tudo perfeito para curtir mais um final de semana. Mas aí sua consciência pesa, pois seu melhor amigo peludo vai ficar em casa sozinho outra vez enquanto você se diverte. Pensando nessas pessoas e em seus cachorros, empresários de Nova York criaram uma casa noturna para cães em Manhattan. O Fetch Club atende a sua clientela canina servindo na tigela bolinhos de carne e bebidinhas feitas com caldo de frango e batatas. Para os donos, um drink ou um café.
Com 930 metros quadrados, o estabelecimento também oferece serviço de hospedagem e um SPA, onde os cães têm direito a banhos relaxantes, tratamentos com máscaras faciais de lama, serviço de manicure e refeições caseiras. Além desse mimo, o Fetch Club comercializa roupas e brinquedos em uma butique luxuosa com peças moderninhas para os bichinhos.
Se você acha que tudo isso parece besteira, então muitos nova-iorquinos provavelmente não concordariam com sua opinião. O clube faz sucesso até mesmo no Facebook e já conta com quase 2 mil amigos na rede social. E olha que esse estilo de vida não é nada barato: além da taxa de adesão de US$ 300 anuais, toda vez que um visitante chega com seu amigo, tem que tirar do bolso US$ 25.
Para os que gostam da ideia, é uma pena que o Fetch Club fique um pouco longe, não é mesmo? Mas e se a novidade chegasse por aqui, você levaria seu pet para uma noitada na sua companhia?
Fonte: Revista Criativa
Mercado pet lança panetone e roupas natalinas para cachorro
05/12/10
José Elias de Almeida investiu R$ 10 mil para criar o panetone. Ele fatura R$ 60 mil por mês. Já Claudia Barrak apostou R$ 50 mil em confecções.
Panetone para cachorro. Empresa de Valinhos, interior de São Paulo, produz as comidas típicas da época natalina para o mercado de pet shop. As guloseimas são preparadas para animais, mas com visual de dar água na boca de qualquer um.
Chocolate para cachorro. Ele é preparado com ingredientes especiais e não prejudica o animal. Nesta época do ano, ele vira panetone e faz o maior sucesso com os bichos.
O empresário José Elias de Almeida conheceu o chocolate para cachorro numa viagem que fez aos Estados Unidos. Quando voltou ao Brasil, apostou todas as fichas no mercado pet e enfrentou o desafio de criar um produto com o mesmo gosto e aparência do chocolate.
“O chocolate realmente faz mal pro cachorro, porque dentro da composição do chocolate para humano tem a chamada teobromina. Essa teobromina faz mal pro cachorro e dá até óbito pro cachorro”, informa José Elias de Almeida.
O empresário fez testes durante um ano. Ele misturou farelo de soja, gordura vegetal, leite em pó e aromatizantes. De tanto experimentar, chegou à fórmula ideal: estava criado o chocolate para cachorro.
Junto com o sócio Raphael Nobre, José de Almeida lançou o chocolate em barra, de palito, ossinhos, em formatos natalinos. O campeão de vendas no Natal é o panetone de chocolate para cachorro.
“Muita procura, muita procura. Desde acho que outubro, alguma coisa do tipo, ele já vem vendendo bastante bem. Então, até o final, os últimos dias do Natal, a esperança é bastante grande de vender muitos produtos”, acredita o empresário.
O investimento no negócio foi de R$ 10 mil. No início, a produção era terceirizada. Aos poucos, José de Almeida montou a linha de produção.
Ele compra barras de chocolate sem cacau. Na produção, primeiro ele é derretido e depois para vai para a moldagem. Quando esfria, recebe acabamento e é embalado.
O faturamento médio da empresa é de R$ 60 mil por mês. No final do ano, a produção acelera. A previsão este ano é vender 2,5 toneladas de chocolate para cachorro em dezembro. Um crescimento de 30% em relação ao Natal do ano passado.
E a empresária Claudia Barrak apostou no mercado de confecção pet. Desde 1997, ela produz camas, bolsas para transporte e roupas. Só no último ano, a empresa cresceu 30%. E, quando chega o final do ano, as vendas aumentam.
“É um mercado que tem um potencial muito grande, muito grande mesmo. Hoje, o Brasil é o segundo mercado mundial, atrás dos Estados Unidos. Mas está muito aquém dos Estados Unidos e a gente tem uma quantidade de animais muito grande”, explica a empresária.
O investimento no negócio foi de R$ 50 mil, para comprar matéria-prima e capital de giro. A empresária terceiriza a produção. Lá, a criatividade conta mais do que o preço. A cada três meses, são lançadas novidades: tem cama com ossinho, vestidos, roupas floridas e até camisa de surfista.
A empresa fabrica R$ 10 mil peças por mês e vende para 200 pet shops em todo o país. Em uma das lojas, as vendas crescem 30% no Natal.
É um mercado aberto, ávido por novidades. Tudo que é diferente costuma vender bem: brinquedos, bijuteria, colônias, petiscos, molho para ração e, claro, as roupinhas de Papai Noel.
A dona do pet shop, Angelina Gusmão, começou pequena, com um investimento de R$ 50 mil. A empresa aumentou os serviços de estética, acrescentou rações e acessórios. E, hoje, o lugar é pequeno para tantos produtos.
Ela aposta em roupas de Natal para alavancar as vendas. “No final do ano, sai com lacinhos, sai caracterizado mesmo de Natal. Muitos se vestem até de Papai Noel”, afirma.
Os clientes esbanjam dinheiro na hora de enfeitar os cães. No Natal, alguns gastam mais de R$ 1 mil com mimos para os bichos, que são tratados como filhos. “Adoro vir aqui comprar as coisas e ela já está pronta pro Natal”, diz a cliente Silvia Heyn.
Um pet shop comprou mil unidades de produtos de chocolate pet do empresário José Elias. Tem bombom a R$ 1, barra de chocolate a R$ 3,80 e o panetone por R$ 6,65.
“O chocolate no Natal vende muito, o panetone, esses artigos. Aumenta muito a venda nessa época do ano”, informa o gerente Richard Felipe Gomes.
A cliente Mariana Rocha se antecipou e já comprou uma roupa de Natal e panetones para seu fiel companheiro. E ela não faz economia. “Gasto com roupa, com comida, com brinquedo e, num momento como este, como é Natal, tenho que gastar também, não é?”, declara.
Ela prepara a mesa e serve. O Cosmo, um setter irlandês, não perde a pose de lord na hora de comer. Ele adorou o panetone de chocolate.
Mas o que ele gosta mesmo é brincar de esconde-esconde. Ele corre pela casa toda à procura do panetone escondido. Cosmo se diverte e se lambuza quando acha o panetone.















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